Nível dos reservatórios da Sabesp

Situação dos mananciais que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo em 02/11/2026. O volume mostra quanto de água útil cada sistema tem armazenado. Fonte: Sabesp.

Alto Tietê

60,5%

Volume útil de 338,8 hm³. Chuva no mês: 7 mm (média histórica 117 mm).

Cantareira

52,0%

Volume útil de 510,3 hm³. Chuva no mês: 15 mm (média histórica 150 mm).

Cantareira Velho

101,7%

Volume útil de 1,0 hm³. Chuva no mês: 4 mm (média histórica 118 mm).

Cotia

102,9%

Volume útil de 17,0 hm³. Chuva no mês: 0 mm (média histórica 123 mm).

Guarapiranga

92,6%

Volume útil de 158,5 hm³. Chuva no mês: 3 mm (média histórica 124 mm).

Rio Claro

61,3%

Volume útil de 8,4 hm³. Chuva no mês: 0 mm (média histórica 191 mm).

Rio Grande

98,0%

Volume útil de 109,9 hm³. Chuva no mês: 1 mm (média histórica 135 mm).

Sistema 71

102,9%

Volume útil de 17,0 hm³. Chuva no mês: 0 mm (média histórica 123 mm).

Sistema Integrado Metropolitano

62,2%

Volume útil de 1.209,8 hm³.

São Lourenço

75,5%

Volume útil de 67,0 hm³. Chuva no mês: 2 mm (média histórica 151 mm).

Fonte: Sabesp. Atualizado em 02/11/2026 (dado referente a 02/11/2026). Volume médio dos sistemas: 81,0%.

O que é o sistema Cantareira

O Cantareira é o maior e mais conhecido dos sistemas que abastecem São Paulo, responsável pela água de milhões de pessoas na região metropolitana. Seu nível é acompanhado de perto porque, em anos de pouca chuva, ele pode chegar a patamares críticos, como na crise hídrica de 2014 e 2015. Junto com o Cantareira, outros sistemas (Alto Tietê, Guarapiranga, Rio Grande e mais) formam a rede que garante o abastecimento.

Perguntas frequentes

Qual o nível do sistema Cantareira hoje?

Na última atualização (02/11/2026), o sistema Cantareira estava com 52,0% do volume útil, segundo a Sabesp.